PLANO DE AÇÃO GESTÃO DA SAÚDE DO TRABALHADOR COM REDUÇÃO DA SINISTRALIDADE

1. APRESENTAÇÃO

É com grande satisfação que o CLUBE DE RH, está implementando nas empresas o PLANO DE AÇÃO GESTÃO DA SAÚDE DO TRABALHADOR COM REDUÇÃO DA SINISTRALIDADE.

Somos mais de 100 Empresas Associadas, onde através de Reuniões de Trabalho com uma Equipe Multidisciplinar de Profissionais de Recursos Humanos, Médicos do Trabalho, Advogados e Administradores de Operadoras de Planos de Saúde, desenvolvemos o presente PLANO DE AÇÃO.

É inquestionável a urgente necessidade de se buscar e implantar Novos Modelos de oferta do Benefício Saúde. As Operadoras de Planos de Saúde estão com sérias dificuldades financeiras e as Empresas estão com sua capacidade de manutenção do Benefício Saúde comprometida, em função dos Altos Custos e dos Reajustes Anuais decorrentes dos elevados índices de Sinistralidade presentes na grande maioria das Empresas.

Neste sentido o CLUBE DE RH vem convidando Empresas Públicas e Privadas para uma Ação Conjunta, onde através da união de esforços possamos implementar AÇÕES que tem potencial de melhorar a Qualidade do Atendimento e Reduzir Custos.

 

Nosso objetivo é alcançar os indicadores da OMS – ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE , de 3 consultas/usuário/ano, 12 exames/usuário/ano e de 0,8 a 1% de internações sobre a população atendida.

2. RESUMO DO CENÁRIO ATUAL

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  • “1,6 Milhão de Brasileiros deixam de ter Plano de Saúde em 1 Ano” –  é o título da matéria no Jornal Estadão de 14/06/2016. Segundo a ANS- Agência Nacional de Saúde Suplementar o segmento mais impactado foi a de Planos Coletivos Empresariais.

  • As OPS - Operadoras de Planos de Saúde, estão tendo enormes prejuízos financeiros e muitas são obrigadas a encerrar suas atividades. Conforme dados da ANS em, 1998, existiam cerca de 3.000 Operadoras de Saúde, e 15/12/2016 , apenas 791 com Planos Ativos.

O fato é que os Modelos Convencionais de Cobertura Assistencial em  Saúde estão insustentáveis para as Operadoras de Planos de Saúde, para as Empresas e finalmente para os Usuários, tanto dos Planos Empresariais, como nos Planos Pessoa Física que estão com valores proibitivos para a grande maioria da População Brasileira.

Uma boa descrição da situação atual foi apresentada no Jornal Estadão , em 10/12/2015, onde o Sr. José Pastore , Presidente do Conselho de Emprego e Relações do Trabalho da Fecomércio-SP, enfatiza alguns pontos já conhecidos, mas que no atual Cenário Econômico estão promovendo a insustentabilidade do Modelo Atual do Benefício Saúde por parte das Empresas:

  1. A Inflação dos Serviços Médicos Hospitalares é, em média, duas vezes a Inflação do País;
  2. O Benefício Saúde é o mais caro Benefício concebido pelas Empresas;
  3. As empresas estão com dificuldades para manter o benefício saúde ocorrendo:
  •  Busca de alternativas para Redução de Custos
  •  Tendência por implantar a coparticipação com os funcionários
  •  Busca por prestadores de serviços mais baratos ( OPS )
  •  Cancelamento do Benefício Saúde para os funcionários

Finalmente, as Empresas para atenderem as Estratégias de Proteção à Saúde do Trabalhador institucionalizadas pelo Regime Trabalhista, implantam ações de  Prevenção e a Promoção da Saúde do Trabalhador, visando identificar precocemente o Nexo de Causalidade entre os eventuais Problemas de Saúde e a Atividade Laboral.

Ocorre que, todo este processo extremamente trabalhoso e oneroso, está seriamente comprometido em função de que a maioria dos Atestados Médicos não contêm  Informações  Suficientes, além de que existe uma Banalização do uso do Atestado Médico. Existem casos de trabalhadores que vão ao médico somente para adquirir um Atestado Médico, para justificar a sua Ausência no Trabalho, por motivos diversos que não são relacionados a sua Saúde.

Hoje devido a grande facilidade na obtenção de Atestados Médicos dentre outros motivos , o índice de Absenteísmo, em diversas Regiões, disparou de 2%, que é o Índice Aceitável de ausências por Motivos de Saúde, para cerca de 8%, comprometendo os Resultados Econômicos das Empresas, além de ampliar o Índice de Sinistralidade. Saiba Mais

3) RESUMO DO CENÁRIO PROPOSTO

Alcançar nas empresas os indicadores da OMS – ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE , de 3 consultas/usuário/ano, 12 exames/usuário/ano e de 0,8 a 1% de internações sobre a população atendida.

 

ALGUNS BENEFÍCIOS:

 

  • Para a Operadora de Plano de Saúde:

    1. Redução do Índice de Sinistralidade
    2. Maior Rentabilidade
    3. Maior Fidelização de Clientes
  • Para a Empresa:

    1. Menores Reajustes Anuais
    2. Redução do Custo com o Benefício Saúde
    3. Gestão da Saúde do Trabalhador
  • Para o Usuário:

    1. Menores valores de coparticipação
    2. Maior assertividade nos Diagnósticos e Tratamentos
    3. Qualidade de Vida

MACRO OBJETIVOS DO PLANO DE AÇÃO:

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  • Redução da Sinistralidade e Passivos Trabalhistas

    Ação: Implantação do Prontuário Eletrônico e do Atestado Médico para fins de Perícia Médica em conjunto com a Operadora de Plano de Saúde que atende a sua Empresa.

    Resultado: Redução da Sinistralidade através de atividades realizadas em conjunto com a Operadora de Planos de Saúde.

  • Redução do Custo com o Benefício Saúde

    Ação: Implantação do Plano Híbrido.

    Resultado : Redução Imediata dos Custos com o Benefício Saúde de 30% a 55%.

  • Motivacional e Qualidade de Vida

    Ação: Implantação do Clube de Autocura – Programa de Pontos e Prêmios em Qualidade de Vida em conjunto com a Operadora de Plano de Saúde.

    Resultado: Gestão da Saúde do Trabalhador com Redução da Sinistralidade.